O prédio que não deveria existir

11F é um jogo de terror, mistério e exploração em primeira pessoa. Depois do funeral do pai, o protagonista Adam recebe um certificado de transferência de direitos imobiliários de um prédio chamado "The Origin", enviado por um remetente desconhecido. Junto dele há uma nota com seu nome dizendo que alguém o espera no 11º andar. Como o prédio não tem 11 andares, Adam vai até o endereço para descobrir o que está acontecendo.

Como o grupo acompanha a jornada

O jogo é singleplayer, então quem joga conduz a exploração enquanto os outros assistem e opinam. O Steam lista o recurso Remote Play Together, que permite que as pessoas entrem na sessão. Como o foco é a campanha de um jogador, o grupo funciona melhor como coadjuvantes: sugerindo caminhos, discutindo as pistas encontradas e tentando entender a história dos moradores.

Explorar, sobreviver e escolher

O prédio "The Origin" é grande e pode ser explorado em qualquer ordem. São mais de 20 salas com temas diferentes, cada uma com seus próprios fantasmas. Alguns inimigos precisam ser enfrentados para avançar, enquanto outros devem ser evitados. Os moradores, considerados problemáticos, se transformaram em entidades estranhas que vagam pelos andares. As vidas e sofrimentos deles funcionam como pistas para encontrar o 11º andar escondido. O panfleto "Troublemaker Neighbors" ajuda a organizar essas informações.

O que esperar antes de começar

A ambientação é escura, abstrata e surreal, com elementos sobrenaturais e horror psicológico. O jogo tem múltiplos finais, então as escolhas ao longo da exploração mudam o desfecho. A progressão mistura caminhada livre, resolução de puzzles e confrontos com entidades. O objetivo final é alcançar o 11º andar e encarar o mistério que espreita lá.

Capturas de tela

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